
Devemos observar com atenção as catástrofes do mundo, pois são consequências da ganância do homem e de seus atos impensados. se a destruição que vemos no mundo no presente fora ocasionado por ações do passado, será que não podemos, hoje, mudar esta realidade?
Pesquisadores dizem que para que possamos modificar esta situação teríamos de parar de poluir, e parar já! Mas é óbvio que não será isso o que irá ocorrer. Indústrias não pararão de fabricar, vender e lucrar. Pessoas não pararão de comprar, consumir e poluir, com substâncias tóxicas, o mundo. Muito menos sairão de suas casas de bicicleta ou a pé, quando a distância para onde irão se deslocar for curta, a fim de preservar o que ainda nos resta ou em prol da política de boa vizinhança, pois se não se importa com o futuro das próximas gerações, alguém importa-se. Mas a ganância é maior. A busca por poder, a procura por, muitas vezes inúteis, bens de consumo, ou a simples preguiça do dia-a-dia, deixam por segundo plano o nosso futuro.
É claro que não devemos generalizar. Há muitas organizações preocupadas com o bem estar do planeta. E pessoas, que por vezes sozinhas, cumprem sua parte como cidadãos. Outro ponto enfatizado por especialistas é que no passado a população fora alertada das iminentes consequências de seus atos. E que se toda esta decorrente demonstração de que todos os atos têm consequências não for o bastante, o mundo estará de fato perdido.
Enfim, é preciso confiar na, tão proclamada, racionalidade humana. É preciso ter fé para não crer no premeditado apocalipse. Espera-se por tanto que a arrogância humana dê lugar a clareza e possamos encontrar o equilíbrio.
(Nuss... forte, não?)
Pesquisadores dizem que para que possamos modificar esta situação teríamos de parar de poluir, e parar já! Mas é óbvio que não será isso o que irá ocorrer. Indústrias não pararão de fabricar, vender e lucrar. Pessoas não pararão de comprar, consumir e poluir, com substâncias tóxicas, o mundo. Muito menos sairão de suas casas de bicicleta ou a pé, quando a distância para onde irão se deslocar for curta, a fim de preservar o que ainda nos resta ou em prol da política de boa vizinhança, pois se não se importa com o futuro das próximas gerações, alguém importa-se. Mas a ganância é maior. A busca por poder, a procura por, muitas vezes inúteis, bens de consumo, ou a simples preguiça do dia-a-dia, deixam por segundo plano o nosso futuro.
É claro que não devemos generalizar. Há muitas organizações preocupadas com o bem estar do planeta. E pessoas, que por vezes sozinhas, cumprem sua parte como cidadãos. Outro ponto enfatizado por especialistas é que no passado a população fora alertada das iminentes consequências de seus atos. E que se toda esta decorrente demonstração de que todos os atos têm consequências não for o bastante, o mundo estará de fato perdido.
Enfim, é preciso confiar na, tão proclamada, racionalidade humana. É preciso ter fé para não crer no premeditado apocalipse. Espera-se por tanto que a arrogância humana dê lugar a clareza e possamos encontrar o equilíbrio.
(Nuss... forte, não?)

