domingo, 11 de julho de 2010

As consequências dos atos humanos


Devemos observar com atenção as catástrofes do mundo, pois são consequências da ganância do homem e de seus atos impensados. se a destruição que vemos no mundo no presente fora ocasionado por ações do passado, será que não podemos, hoje, mudar esta realidade?

Pesquisadores dizem que para que possamos modificar esta situação teríamos de parar de poluir, e parar já! Mas é óbvio que não será isso o que irá ocorrer. Indústrias não pararão de fabricar, vender e lucrar. Pessoas não pararão de comprar, consumir e poluir, com substâncias tóxicas, o mundo. Muito menos sairão de suas casas de bicicleta ou a pé, quando a distância para onde irão se deslocar for curta, a fim de preservar o que ainda nos resta ou em prol da política de boa vizinhança, pois se não se importa com o futuro das próximas gerações, alguém importa-se. Mas a ganância é maior. A busca por poder, a procura por, muitas vezes inúteis, bens de consumo, ou a simples preguiça do dia-a-dia, deixam por segundo plano o nosso futuro.

É claro que não devemos generalizar. Há muitas organizações preocupadas com o bem estar do planeta. E pessoas, que por vezes sozinhas, cumprem sua parte como cidadãos. Outro ponto enfatizado por especialistas é que no passado a população fora alertada das iminentes consequências de seus atos. E que se toda esta decorrente demonstração de que todos os atos têm consequências não for o bastante, o mundo estará de fato perdido.

Enfim, é preciso confiar na, tão proclamada, racionalidade humana. É preciso ter fé para não crer no premeditado apocalipse. Espera-se por tanto que a arrogância humana dê lugar a clareza e possamos encontrar o equilíbrio.

(Nuss... forte, não?)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Teoria Gaia



A Teoria (ou Hipótese) de Gaia é a tese de que a Terra é um grande organismo vivo, um ser. Essa teoria foi criada pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock (em 1969), com a ajuda da bióloga norte-americana Lynn Margulis.
Imagine o planeta como sendo um ser. Imagine que, como nós, este ser tenha: vasos sanguíneos, células, bactérias, etc. Os mares seriam os vasos sanguíneos, as matas os pulmões, entre outras comparações. E o que nós, seres humanos, seríamos em relação ao mundo? Bactérias. Bactérias que estão destruindo o grande organismo chamado Terra. As grandes catástrofes, então, não mais seriam que o organismo se defendendo, ante-corpos preparados para expulsar os invasores. É como se o estivéssemos "machucando", e como não esperaríamos, em consequência, uma resposta do "grande corpo vivo"?
Os grandes cientistas não aceitavam a teoria de Lovelock, mas com o efeito estufa e todas as catástrofes do mundo que anunciam o fim do mesmo, a hipótese vêm sendo novamente analisada.
James Lovelock é tido como o cientista do século XX. Entre suas metáforas ele afirma que a humanidade parece estar num transatlântico, feliz e tranquila, pelas Cataratas do Niágara, sem saber que o motor entrou em pane. Apesar de James ser categórico e dizer que não há o que se fazer, e que a humanidade não tem salvação, não desestimula, pelo contrário, ele afirma, em outras palavras, que já deveríamos ter começado a agir, mas se ainda não o fizemos, essa é a hora. "... muitos ficarão parados, mas aqueles que agirem levarão em frente a civilização".

domingo, 4 de julho de 2010

Alienação e ideologia.

Enfim... a alienação pode ser de Operário (dominado) e o Capitalista (dominante), em casos que o operário passa boa parte da vida construindo algo que nem ao menos sabe para o que serve, ou que se submete a grande exploração, mas não se dá conta disso, ou percebe claramente, "mas não é tão mais fácil simplesmente obedecer?"
Karl Marx percebeu isso e se perguntou "se o número de operários é superior ao número de dominantes, por que não se revoltam contra eles?"
Talvez por simples conformidade... Mas é hipocrisia falar de alienação como um fato isolado, como se todos não fossemos alienados de alguma forma. Você vê jornal? Eu particularmente não seria um exemplo de "não-alienada". Você participa da política de alguma forma? Sabe o que seus governates fazem ou deixam de fazer pelo seu município e pelo país? Pois deveria saber (eu também).
Outro exemplo clássico de alienação são os comerciais de TV, que manipulam a mente do consumidor e se utilizam de frazes cobertas de exclamações que te convencem que, por mais que o objeto seja desnecessário, inútil, você precisa urgentemente dele. "Se você tem (...), você PRECISA disso!" "Copre (...)!". Quem quando criança não viu uma propaganda de um brinquedo e não ficou enchendo os pais para que comprassem?
A mídia não dita apenas moda e o que você deve comprar, mas também te convence de uma determinada ideologia. Exemplo, se você ler no jornal a seguinte manchete "Dono de loja põe funcionário na rua. Homem desempregado com três filhos para criar". Bom... você logo pensa "que imbecil, queria ver se fosse ele com três filhos e desempregado", "coitadinho...", ou algo do tipo. Mas se ao invés disso estivesse escrito "Funcionário rouba loja. Dono não tem outra opção a não ser despedi-lo.". Bom... ai a reação é diferente... Mas os jornais, em maioria, não procuram relatar os dois lados na história e sim o lado que venderia mais ou que daria mais audiência.